Hipertensão Arterial Sistêmica e Estresse

Hipertensão Arterial Sistêmica e o Estresse

Tudo que Você Precisa Saber sobre Hipertensão Arterial Sistêmica e o Estresse

A patologia da Hipertensão Arterial Sistêmica e o Estresse é em decorrência às exigências diárias e a inúmeras horas que nos expomos a elementos estressores. Diversas pessoas apresentam doenças que são sentidas no corpo, mas provenientes da mente, essas são tidas como doenças psicossomáticas.

A Hipertensão Arterial Sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais do coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares. Tendo como fatores de risco o excesso de peso e obesidade, ingestão de sal, ingestão de álcool, sedentarismo, fatores socioeconômicos, genética e problemas cardiovasculares.

Hipertensão Arterial Sistêmica e Estresse

A HAS possui alta prevalência acima de 30% para ambos os sexos, sendo mais frequente em pessoas >60 anos. É considerada um problema de saúde pública, e por mais que a maioria dos hipertensos estão sob alguma forma de tratamento, ainda não se obtém um controle adequado.

Tratamento e Controle Hipertensão Arterial Sistêmica e o Estresse

Estudos clínicos demonstraram que a detecção, o tratamento e o controle da HAS são fundamentais para a redução dos eventos cardiovasculares. Estudos revelaram que no Brasil o nível de controle da PA é baixo (19,6%). Mas em relação as taxas de tratamento e controle é maior em especial em municípios do interior com ampla cobertura do Programa de Saúde da Família (PSF).

O estresse mental crônico apresenta relação direta com a HAS, principalmente entre homens de baixo nível socioeconômicos submetidos a trabalhos com pouco poder de decisão. O grande fator desencadeante é exatamente a tensão exercida por momentos de estresse e ansiedade que alteram toda a configuração hormonal e sistemática do organismo.

Nesse mesmo aspecto, a ansiedade através do hipotálamo libera catecolaminas e corticosteroides, pelo sistema simpático ou por ação indireta das suprarrenais. Essas substâncias interferem no sistema cardiovascular: elevação da frequência cardíaca, da pressão arterial, aumento do débito cardíaco, do consumo de oxigênio, da excitabilidade cardíaca, lesão celular por entrada de sódio, saída de potássio, magnésio, injúria endotelial, aumento da adesividade plaquetária, vasoconstrição periférica, retenção de sódio e água, hemoconcentração, aumento da coagulação sanguínea, da glicose, do ácido lático, aumento dos ácidos graxos e do colesterol. Isso significa que a liberação excessiva ou prolongada de catecolaminas e corticosteroides provocam hipertensão arterial.

A Importância da Orientação Nutricional para Hipertensão Arterial Sistêmica e o Estresse

Estudos apontam que determinados grupos populacionais são mais vulneráveis à HAS em razão de sua ocupação, pois certos trabalhos os fazem dormir mal, se alimentar de forma inadequada.

A orientação alimentar realizada pelo nutricionista deve ser encorajada, já que é um dos fatores importantes do tratamento não farmacológico. Ou seja, a orientação nutricional tem como principal objetivo diminuir a morbidade e mortalidade cardiovascular alterando seu estilo de vida. Além disso, principais recomendações não medicamentosas para prevenção primária da HAS são: alimentação saudável, consumo controlado de sódio e álcool, ingestão de potássio, combate ao sedentarismo e ao tabagismo. Pois essas mudanças diminuem o risco para HAS.

A orientação nutricional do paciente consiste em carboidratos complexos, fibras, proteínas, frutas, verduras, leite e derivados desnatados, água e baixo teor de gordura. Dessa forma, esse tipo de alimentação irá favorecer o suprimento de cálcio, potássio e magnésio, responsáveis pelo controle da PA. Ademais, a suplementação só é recomendada nas situações de hipocalcemia e hipomagnesemia.

O fato da hipertensão se caracterizar como uma doença crônica de manifestação silenciosa pode ser um dos motivos pelos quais os hipertensos não sentem a necessidade de adequações ao estilo de vida.  Ou seja, sugere que a preocupação advém mediante sintomas. Além disso, outro fator relevante que pode ser destacado como motivo de tal descuido está relacionado ao tratamento medicamentoso. A crença de que a regulação da pressão é obtida através de fármacos mantém, de certo modo, os hipertensos em uma zona de conforto. Dessa forma, eles não alteram seus hábitos.

Hipertensão Arterial Sistêmica e Estresse

 

Mariane Meurer

NUTRICIONISTA

CRN 10.5317

Gabriela Dors Wilke Rocha

NUTRICIONISTA

CRN 10.4719

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