Medo de errar na avaliação antropométrica?

Medo de errar na avaliação antropométrica?

Medo de errar na avaliação antropométrica?

Veja como ter mais segurança!

 

Nutri, o medo de errar na avaliação antropométrica é normal. Medo é um sentimento muitas vezes paralisador, até mesmo quando estamos falando sobre avaliação antropométrica.

Pode ser o medo de não estar fazendo a prega correta, de não usar o protocolo adequado, de não saber orientar o paciente sobre uma preparação prévia ou mesmo de não saber relatar e explicar as métricas para ele.

Esses medos podem atrapalhar e muito sua consulta. Eles podem ferir você, gerando um sentimento de insegurança ou sensação de incapacidade. 

Mas eles não são vilões. Isso mesmo. Se tem alguns ou todos esses medos, certamente é um sinal claro de onde precisa ter mais atenção – de onde é necessário se aperfeiçoar mais. 

Desta forma ele se transmuta de um sentimento não tão bom, para um farol de direção. 

E como ressignificar isso para ter mais segurança? 

Bem, primeiramente que para ter segurança, você precisa sentir-se mais seguro. E neste caso, o que lhe trará isso será o conhecimento e a prática.

Tendo dito, lhe convido a acompanhar alguns pontos a serem observados que certamente lhe trarão mais segurança, pois fazem total diferença na avaliação antropométrica.

 

 

Como Perde o Medo de Errar na Avaliação Antropométrica?

 

CONVERSANDO COM SEU PACIENTE

A linguagem usada na sua comunicação com o paciente deve ser clara. O óbvio também precisa ser dito.

Oriente ele antecipadamente sobre a avaliação corporal, independente de qual método você use.

Isso cabe também no momento da avaliação. Fale o que irá fazer e principalmente para quê irá fazer. 

Avise-o sobre quais serão as partes do corpo que irão ser aferidas, ou como o processo vai funcionar. Só o fato do paciente saber o que está acontecendo, já o deixa mais confortável e consequentemente, você também ficará.

 

DO PONTO A AO PONTO B

Aqui entra muito o diálogo também. É um ótimo momento para explicar ao paciente o que os dados mostraram e em qual etapa do objetivo ele está.

Lembre-se que essa é apenas uma métrica, não define o resultado final do paciente, pois existem outras variáveis a serem consideradas nesse processo. 

Mas como métrica, é importante saber apresentá-la bem, com uma interpretação clara e objetiva. Trazendo um laudo de forma simples e de fácil compreensão. 

 

UTILIZAR DADOS DA FORMA CORRETA

Imprescindível aqui ter o conhecimento do protocolo correto para cada caso.

Porém antes mesmo de saber isso, deve se ter uma confiança sobre os dados que estão sendo apresentados.

Existe uma padronização do método utilizado? A capacidade de reprodução dele é confiável?

Se a resposta for não, reveja esses itens antes de qualquer coisa. 

 

COMPARAR O PACIENTE COM ELE MESMO

A comparação dos dados é uma etapa muito importante.

É preciso saber interpretar o paciente além dos números das métricas.

Tenha argumentos para as dúvidas mais comuns e saiba explicar ao paciente, o porquê de não comparar essas métricas, com outros métodos feitos por ele próprio, ou por outros profissionais. 

Isso não quer dizer que alguém tenha feito errado, mas sim que todos os métodos apresentam falhas, seja pelo equipamento usado, pela técnica, pelo protocolo seguido. Não há como mensurar uma medida que tenha sido padronizada por terceiros. Por isso tem de se ter a sua própria e acompanhar sempre por ela.

avaliação antropométrica

 

TREINO NOSSO DE CADA DIA

Nutri, não tem jeito, a melhor maneira de se garantir em uma avaliação antropométrica, é saber como fazê-la e  principalmente praticá-la muito.

Treinar em familiares ou amigos até sentir mais segurança pode ser uma opção. Observe quais são as suas maiores dificuldades e foque nelas, certamente vencer o medo no cansaço aqui, faz total sentido.

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